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Prontuário

Um odontograma que respeita a anatomia

Cada dente com as raízes que ele tem de verdade: molar superior com três, inferior com duas. Canal por raiz, faces por superfície, e o que está planejado separado do que já foi feito.

Prontuário · odontograma
Odontograma com os dentes desenhados um a um, faces marcadas, canal tratado e observação por dente.

Tela real do sistema.

Canal por raiz, não por dente

Cada raiz com o seu número de canais e o estado de cada um: a tratar, tratado, obstruído ou com lesão.

Faces por superfície

Cárie, restauração feita e infiltração marcadas na face certa, e no dente inteiro quando é o caso.

Vários dentes de uma vez

Marcar seis facetas ou a arcada inteira sem abrir e fechar o editor doze vezes.

Inicial × atual

O estado em que o paciente chegou fica travado e separado do estado de hoje.

Observação no hover

A anotação daquele dente aparece ao passar o mouse, sem precisar abrir nada.

Histórico por dente

O odontograma mostra o estado; o histórico mostra a sequência, o que foi feito, quando.

Do achado ao plano

O que você marcou vira orçamento sem redigitar nada

Marcar uma cárie no 26 é achado clínico. Transformar isso em tratamento aprovado costuma significar abrir outra tela e digitar tudo de novo. Aqui o que está marcado como a fazer no odontograma alimenta o plano de tratamento, com preço, custo e margem de cada item, e o plano tem etapas próprias: rascunho, apresentado, aceito, recusado, concluído. Nem tudo precisa entrar num plano, porque nem todo atendimento é planejado, e um procedimento avulso é registrado direto. O que não acontece é você contar a mesma coisa três vezes para três telas.

Quem abriu a ficha

Prontuário é dado sensível, e o sistema trata como tal

Acesso por perfil, registro de quem abriu cada ficha, consentimento com a versão do texto que foi apresentada e prazo de guarda. A auxiliar entra e vê a agenda; o prontuário e o financeiro continuam fora do alcance dela.

O que a ficha precisa aguentar

A resposta pertence à pergunta, não ao texto dela

Se você reescreve uma pergunta da anamnese que pacientes já responderam, o sistema pergunta antes de gravar: é a mesma pergunta com o texto ajustado, ou outra pergunta? Sem isso, a resposta antiga passa a aparecer embaixo da pergunta nova, e o prontuário passa a afirmar o que ninguém disse.

A anamnese que você adapta, sem quebrar o que já foi respondido

O questionário é seu: perguntas de sim ou não, de escolha, de texto e de medida, separadas em saúde geral e saúde bucal, com contador de respondidas em cada aba. A pressão arterial da primeira consulta é campo de medida e não de sim ou não, porque anestésico com vasoconstritor em hipertenso descompensado é decisão que se toma com o número na mão. E cada pergunta tem um comentário que é só seu, guardado no prontuário e ausente da ficha impressa e do PDF que o paciente assina.

Mesa de trabalho de consultório odontológico com ficha e material de escrita.
O que a ficha precisa aguentar

Vinte anos é muito tempo para um arquivo ficar sozinho

A Lei 13.787/2018 manda guardar o prontuário por vinte anos contados do último registro, não do primeiro. Um paciente acompanhado de 2015 a 2024 tem ficha até 2044, e se ele voltar em 2030 o relógio recomeça. Isso é obrigação sua, não do fornecedor do software, e é por isso que a exportação em formato aberto fica dentro do sistema, disponível a qualquer momento, sem depender de pedido a ninguém. O backup diário sai da máquina cifrado, com a chave separada do arquivo, e a guarda respeita o prazo por categoria.

Evolução apendada, não reescrita

O que foi escrito num atendimento não é sobrescrito no seguinte. Registro clínico que muda depois não prova nada.

Quem escreveu e quando

Cada lançamento guarda o autor e o horário, que é o que a Resolução CFO-118/2012 pede de cada registro.

Leitura registrada

Abrir uma ficha é uma operação de tratamento de dado sensível, e fica na trilha de auditoria encadeada por hash.

Consentimento com o texto

Fica gravado o hash do termo que a pessoa efetivamente leu, não apenas a data em que ela concordou.

Imagens na própria ficha

Radiografia nunca é reduzida, porque é exame; foto de celular é comprimida. As duas ficam em galeria reordenável.

Decíduos com ficha própria

Dentição mista é o normal dos seis aos doze anos, e um odontograma só de permanentes obriga a improvisar justo aí.

Perguntas

Sobre o prontuário digital

O prontuário odontológico digital tem validade legal?

Tem. A Lei 13.787/2018 autoriza a digitalização e o armazenamento eletrônico do prontuário do paciente, desde que haja controle de acesso e garantia de integridade e rastreabilidade. É por isso que o sistema registra quem abriu cada ficha, encadeia a trilha de auditoria por hash e congela o documento no momento da emissão.

Por quanto tempo preciso guardar o prontuário do paciente?

Vinte anos a contar do último registro, prazo da Lei 13.787/2018. Isso vale mesmo que você troque de software ou feche o consultório: a guarda é obrigação sua, não do fornecedor. Por isso a exportação em formato aberto fica dentro do sistema, sem depender de pedido a ninguém, e vale exportar antes de encerrar qualquer assinatura.

A minha auxiliar pode ver o prontuário?

Só se você quiser. O perfil de auxiliar entra com login próprio e enxerga agenda e contato do paciente; prontuário, odontograma e financeiro ficam bloqueados no servidor, não apenas escondidos na tela. E toda leitura de ficha fica registrada com quem, quando e de qual endereço.

O odontograma marca canal e faces separadamente?

Sim. Cada dente é desenhado com as raízes que ele realmente tem: molar superior com três, inferior com duas, e o canal é marcado por raiz, com estado próprio: a tratar, tratado, obstruído ou com lesão. As condições de superfície (cárie, restauração, infiltração) são marcadas na face certa. O estado inicial do paciente fica travado e separado do estado de hoje.

Atende criança? Tem odontograma de decíduos?

Tem, com ficha própria e a numeração de decíduos, não os mesmos dentes com outro rótulo. Isso importa porque a dentição mista é a situação normal na faixa dos seis aos doze anos, e um odontograma que só tem permanentes obriga a improvisar justamente no paciente em que o registro do que está esfoliando e do que está irrompendo é a informação clínica principal.

Posso mudar as perguntas da anamnese?

Pode, e o questionário é seu. Ele fica separado em saúde geral e saúde bucal, com contador de respondidas em cada aba, e cada pergunta pode ser de sim ou não, de escolha, de texto ou de medida (a pressão arterial da primeira consulta é campo de medida, não de sim ou não, porque anestésico com vasoconstritor em hipertenso descompensado é decisão que se toma com o número na mão). Existe também um comentário por pergunta que é só seu: fica no prontuário e não sai na ficha impressa nem no PDF que o paciente assina.

O que acontece se eu reescrever uma pergunta que já foi respondida?

O sistema pergunta antes de gravar, dizendo quantos pacientes já responderam aquela pergunta, e você escolhe se é a mesma pergunta com o texto ajustado ou se é outra pergunta. Se for outra, as respostas antigas continuam ancoradas na versão que foi realmente feita. Sem essa distinção, a resposta de ontem passaria a aparecer embaixo da pergunta de hoje, e o prontuário passaria a afirmar o que ninguém disse. Cada anamnese também guarda o questionário como ele estava no dia.

E as radiografias e fotos do paciente?

Ficam na ficha, em galeria com miniatura, e podem ser reordenadas para contar a sequência do tratamento. Radiografia nunca é reduzida, porque é exame e perder detalhe nela é perder informação diagnóstica; foto de celular é comprimida, porque ali o que importa é o registro visual. A cota de espaço é de 20 GB no Consultório e 100 GB na Clínica, e dão décadas de imagem de rotina.

Veja com os seus números

A entrada é por convite de quem já usa. Se você não conhece ninguém, conte o seu caso. Quem responde é quem faz o produto.

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