As perguntas que a gente também faria
Reunidas as dúvidas que aparecem antes de decidir, inclusive as desconfortáveis, que costumam ser as que mais importam.
Sobre os dados e a segurança
Onde ficam guardados os dados dos meus pacientes?
Em servidor no Brasil. Isso não é detalhe: prontuário é dado pessoal sensível pela LGPD, e manter o tratamento em território nacional evita a discussão de transferência internacional. O backup diário sai da máquina cifrado com AES-256, e a chave não acompanha o arquivo, quem tivesse acesso à cópia não teria acesso ao conteúdo.
Quem consegue ver o prontuário dos meus pacientes?
Você e quem você autorizar. A auxiliar com acesso restrito enxerga agenda e cadastro, e é barrada no financeiro e no prontuário clínico: a barreira é no servidor, não só um menu escondido. Toda leitura de ficha fica registrada em trilha de auditoria encadeada por hash, que só o dono da conta consulta. Nós, do lado do produto, não abrimos prontuário para dar suporte.
O que acontece se a internet cair no meio do atendimento?
O sistema é web, então sem internet ele não abre, e seria desonesto vender isso como funcionamento offline. O que existe é o essencial ao alcance de outro caminho: a agenda do dia pode ser impressa, e o prontuário exportado. Para consultório, a queda de internet costuma ser mais curta do que a instalação e a manutenção de um sistema local, que também cai, só que aí o backup é problema seu.
Vocês usam os meus dados para treinar inteligência artificial?
Não. Prontuário não é matéria-prima nossa, e a Política de Privacidade diz isso de forma expressa. Se algum dia existir um recurso que precise mandar conteúdo para fora, ele será opcional, avisado antes e descrito na política, não vai aparecer ligado por padrão numa atualização.
E se vocês fecharem?
É a pergunta certa para se fazer a qualquer software pequeno, e a resposta não pode ser "não vamos". A exportação devolve o prontuário completo em arquivo aberto, a qualquer momento, sem pedir nada a ninguém, e é isso que faz a resposta não depender da nossa boa vontade nem da nossa sobrevivência.
Sobre o uso no dia a dia
Serve para clínica com vários dentistas?
Serve: cada profissional tem a própria agenda, os atendimentos ficam identificados por quem executou e os relatórios consolidam a clínica inteira. É o plano Clínica, R$ 350 por mês, com R$ 150 por dentista além do primeiro. A secretária com acesso restrito não conta como profissional.
Funciona no celular e no iPad?
Funciona no navegador, e as telas foram desenhadas primeiro para tela pequena: a agenda e o prontuário são usados de pé, entre um paciente e outro. O odontograma tem alvo de toque grande o bastante para dedo, e a assinatura do paciente é feita no celular dele, por link, que é o que sustenta melhor a autoria.
O odontograma marca canal por raiz?
Marca. O traçado é por raiz, não uma marcação genérica no dente, e as cores seguem convenção clínica, vermelho para o que precisa de tratamento, azul para o que já foi feito. Dentes decíduos têm ficha própria. É o tipo de detalhe que só aparece quando quem usa é dentista de verdade, e foi.
Preciso emitir nota fiscal pelo sistema?
Depende de como você atua. Pessoa física emite pelo Receita Saúde, no aplicativo da Receita, não existe API para isso, então nenhum software emite por você, e quem promete isso está prometendo o que não pode entregar. Pessoa jurídica emite NFS-e, e aí o sistema ajuda: o documento é gerado por pagamento recebido, que é a forma correta, e não um documento único no fim do mês.
Dá para usar sem cadastrar custo e estoque?
Dá: agenda, prontuário, odontograma e documentos funcionam sozinhos. Mas aí você está usando a parte que todo sistema tem, e deixando de fora a única que quase nenhum faz. O cadastro de custo leva uma tarde e é o que responde a pergunta que motivou este produto: quanto sobra da restauração que você acabou de fazer.
Veja com os seus números
A entrada é por convite de quem já usa. Se você não conhece ninguém, conte o seu caso. Quem responde é quem faz o produto.
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