O plano paga menos. O sistema te diz quanto menos.
Cadastre a tabela do convênio e o orçamento passa a usar o preço dele — oferecendo só o que aquele plano cobre. Depois, o faturamento inteiro: guia, lote, envio e o retorno com a glosa registrada.
O preço certo é o do plano daquele paciente
O paciente tem convênio na ficha, com carteirinha e validade. Ao orçar, a lista de procedimentos mostra só o que aquele plano cobre, já com o valor da tabela dele — e diz quantos ficaram de fora, para você lançar como particular se for o caso. Quem tem plano faz clareamento particular na mesma cadeira, no mesmo dia, e as duas coisas convivem na mesma ficha.
A faturar
Tudo que foi executado pelo plano e ainda não foi cobrado dele, com o código TUSS que a tabela guarda e a carteirinha do paciente.
Guia
A guia de tratamento odontológico, com beneficiário, valores e quem executou congelados no fechamento. O mesmo procedimento nunca entra em duas guias.
Lote
As guias de uma operadora num envio, com número próprio. Misturar planos num lote é o erro que volta como lote inteiro recusado.
Envio
Arquivo XML no layout do padrão TISS para subir no portal da operadora, ou envio automático pelo webservice dela, quando existe.
Retorno
O que a operadora pagou e o que glosou, item a item, com o motivo — é o motivo que permite recorrer, e recurso tem prazo.
Este convênio paga acima ou abaixo do que me custa?
Todo sistema mostra quanto cada plano faturou. Aqui, ao lado do que ele paga, ficam o que o mesmo trabalho vale na sua tabela particular e o custo daquele procedimento — material, instrumental diluído, esterilização e o tempo de cadeira. A linha do convênio que trabalha no prejuízo aparece sozinha, com o prazo de repasse ao lado, que é o que separa faturar de receber.
Pagar 40% da tabela num atendimento que o plano pagou pela metade é pagar do próprio bolso
A comissão pode ser calculada sobre o que o convênio pagou, depois da glosa — e procedimento que ainda não teve retorno não entra, porque comissionar antes do demonstrativo é prometer um valor que a glosa pode derrubar. O quadro do mês mostra, por profissional, uma linha para o particular e uma para cada plano.
Pelo portal da operadora ou pelo webservice dela — quem escolhe é você
Toda operadora é obrigada a manter um portal do prestador: ali se sobe o arquivo que o sistema gera, e esse caminho sempre funciona. A maioria das grandes também oferece webservice, a troca automática do padrão — com endereço e senha que elas fornecem. Cadastrando esses dados, o envio vira um botão, com o protocolo guardado na volta. E como cada operadora valida o arquivo com as regras da versão dela, a tela pede para você subir um lote no portal antes do primeiro envio de verdade: preferimos dizer isso a prometer o que não depende de nós.
Nada é cobrado duas vezes
O mesmo procedimento não entra em duas guias — no banco, não só na tela. Cobrar em duplicidade do plano é o caminho curto para auditoria e descredenciamento.
O que falta aparece antes
Carteirinha, TUSS, CRO, código do prestador: a guia lista o que falta e onde se resolve, em vez de deixar a operadora recusar três semanas depois.
A glosa não vira zero
O que foi glosado fica com valor e motivo à vista, porque é uma decisão: recorrer, cobrar do paciente ou perder.
O dinheiro do plano entra no financeiro
Cada guia vira um a receber do convênio, com vencimento pelo prazo de repasse dele, e é baixado pelo que realmente entrou.
O que ninguém lembra de olhar
Procedimento executado e nunca faturado, lote enviado sem resposta e glosa parada viram aviso na tela que você abre todo dia.
Sobre convênio e faturamento
Este sistema faz faturamento TISS?
Faz o ciclo do prestador odontológico: guia de tratamento odontológico, lote, arquivo XML no layout do padrão, registro do retorno e da glosa. O envio pode ser pelo portal da operadora (que toda operadora é obrigada a manter) ou pelo webservice dela, cadastrando endereço e senha. Como cada operadora adota uma versão do padrão e valida com as regras dela, o primeiro lote deve ser conferido no portal antes do envio de verdade.
O que é a Guia de Tratamento Odontológico?
É a guia do padrão TISS usada para faturar o que o cirurgião-dentista executou: identifica a operadora, o prestador, o beneficiário (nome, carteirinha e validade), o profissional executante com CRO e os procedimentos com código TUSS, dente e valor. É ela que a clínica manda para receber.
Preciso pagar a mais para atender convênio?
Não. Convênio, tabela de preço por plano, guia, lote e retorno estão no sistema sem cobrança adicional — o que define o preço continua sendo quantos dentistas atendem.
E se a operadora glosar?
A glosa entra item a item, com o motivo que veio no demonstrativo, e a guia fica marcada como glosada. É o motivo que permite recorrer — e como recurso tem prazo, a glosa parada vira aviso na tela.
Dá para saber se vale a pena aceitar um convênio?
É para isso que existe o relatório por convênio: o que o plano paga, o que o mesmo trabalho vale na sua tabela particular, o custo real do procedimento e a margem que sobra. Com o prazo de repasse ao lado, porque receber em 60 dias não é o mesmo que receber.
Veja com os seus números
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