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Materiais e esterilização

O estoque que fecha a conta, não só a lista

Você compra frasco e gasta gota. O sistema entende as duas medidas, e é isso que faz o custo do procedimento existir.

Materiais
Lista de materiais com quantidade em unidade de uso, valor em estoque, validade e situação de reposição.

Tela real do sistema.

Embalagem × unidade de uso

Frasco de 250 cm que rende 50 usos de 5 cm. Você cadastra como comprou e gasta como usa.

Preço médio ponderado

O valor do estoque acompanha o que foi realmente pago pelo que ainda está na prateleira.

Validade e lote

Baixa por ordem de vencimento e registro do lote consumido, o que responde um recall de fabricante.

Perda registrada

O que caiu no chão ou venceu entra no custo, em vez de sumir da conta.

Nota fiscal por XML

Importa a NF-e e casa os itens com o seu cadastro, sem digitar nota.

Ciclo da autoclave

Água por ciclo, envelope por pacote, indicador e validade, com o pacote rastreado até o atendimento.

Cadastrado como você comprou, gasto como você usa

A caixa de 100 luvas, o frasco de 250 cm, o tubete que sai inteiro. É esse cadastro: uma tarde de trabalho, feito uma vez, que separa um custo calculado de um custo chutado. O sistema já vem com um catálogo dos materiais mais comuns para você ajustar em vez de criar do zero.

Depois disso, cada procedimento executado dá baixa sozinho.

Armário de materiais de consultório odontológico organizado, com caixas de luvas, tubetes de anestésico, resinas e envelopes de esterilização nas prateleiras.
Esterilização
Tela de esterilização com os pacotes prontos, o lote do ciclo e a validade de cada um.

O preço que entra no custo não é o da última nota

Se restam vinte unidades compradas a dois reais e chegam trinta a três, o estoque passa a valer dois e sessenta por unidade, não três. Quem usa a nota mais recente trabalha quinze por cento acima do custo real, todo mês, num item em que nada de excepcional aconteceu. E o número não fica parado: como a saída respeita o vencimento, o lote antigo esvazia primeiro e a média sobe sozinha na direção do preço novo. Ela é refeita em toda compra, todo consumo e todo descarte.

Bandeja de instrumentais odontológicos preparada para atendimento.
A conta que a caixa esconde

Você compra em caixa e gasta em unidade

Todo controle de estoque que fracassa em consultório fracassa no mesmo ponto: ele obriga a escolher entre cadastrar como se compra ou cadastrar como se gasta. Cadastrando "caixa de luva", o sistema não sabe descontar um par; cadastrando "luva avulsa", você converte na cabeça a cada nota que chega. Aqui o cadastro guarda as duas medidas e a ponte entre elas — embalagem, unidade de uso e rendimento —, então a compra entra como veio na nota e a baixa acontece como a mão usa. O frete entra junto, rateado entre os itens, porque ele é custo do material e pesa proporcionalmente mais em quem compra pouco.

Validade por ordem de uso

Material vence porque foi usado o de cima, e o de cima raramente é o mais antigo. A baixa sai por vencimento, não por acaso.

Lote registrado

No dia em que sair um recall de fabricante, a pergunta é quais pacientes receberam aquele lote. Sem registro, não há resposta.

Perda separada de consumo

Consumo virou atendimento e receita. Perda foi dinheiro embora. Misturar os dois esconde exatamente o que precisa aparecer.

Importação de NF-e

O XML entra e casa com o seu cadastro, com o frete lido do arquivo e editável, porque é comum vir cobrado à parte.

Código de barras

Bipar na conferência da compra, em vez de procurar o item numa lista de oitenta.

Brinde também sai do estoque

Escova, creme e kit entram no custo do atendimento num campo próprio. É o gasto que mais some da conta.

Perguntas

Sobre estoque e esterilização

Como controlar o estoque de um consultório odontológico?

O ponto que a maioria das planilhas erra é a unidade: você compra em embalagem e gasta em unidade de uso. Um frasco de 250 cm que rende 50 aplicações de 5 cm precisa ser cadastrado nas duas medidas, senão a baixa nunca fecha. Com isso resolvido, o resto acontece sozinho: o procedimento executado dá baixa no que consumiu, a validade avisa antes de vencer e o valor em estoque acompanha o preço médio ponderado do que ainda está na prateleira.

Como registrar o ciclo da autoclave?

O ciclo é lançado com data, com os pacotes que entraram e com o insumo que ele consome: água por ciclo, envelope e etiqueta por pacote. Isso dá baixa no estoque e, quando um daqueles pacotes é aberto num atendimento, o custo dele entra no custo daquele procedimento. Cada pacote fica rastreado: dá para saber em qual paciente foi usado, que é o que responde uma fiscalização ou um recall.

O sistema importa a nota fiscal do fornecedor?

Importa o XML da NF-e e casa os itens com o seu cadastro, para você não redigitar nota. O frete da compra é rateado entre os itens proporcionalmente, em vez de virar uma despesa solta, senão o material entra no estoque mais barato do que custou de verdade.

Qual preço o sistema usa no custo do procedimento?

A média ponderada do que ainda está na prateleira, e não o preço da última nota. A diferença não é acadêmica: se restam vinte unidades a R$ 2,00 e chegam trinta a R$ 3,00, o estoque passa a valer R$ 2,60 por unidade, e quem usa a última nota trabalha com R$ 3,00, quinze por cento acima do real. Como a saída respeita o vencimento, o lote antigo esvazia primeiro e a média caminha sozinha na direção do preço novo. O número é refeito em toda compra, todo consumo e todo descarte.

O que acontece quando um material vence?

Ele para de entrar na conta e sai do estoque como perda, não como consumo, o que é uma distinção que importa: consumo virou atendimento e receita, perda foi dinheiro embora. As duas coisas aparecem separadas no relatório, e é a segunda que mostra se o problema é comprar demais, comprar cedo demais ou girar mal. Você também pode marcar um item como de validade indeterminada, para o instrumental e para o que não vence.

E os brindes, escova e kit que eu entrego?

Saem do estoque como qualquer outro material e entram no custo do atendimento, num campo próprio. Isso existe porque brinde é o gasto mais fácil de esquecer: ele não é usado no procedimento, é entregue depois, e some da conta justamente por isso. Cada procedimento pode ter o brinde padrão dele, e no atendimento dá para trocar ou acrescentar.

Dá para saber quanto tenho parado em estoque?

Dá, e é o número que costuma surpreender. O valor em estoque é a soma do que está na prateleira pelo preço médio ponderado, e ele é dinheiro que já saiu da conta e ainda não voltou. Ver isso ao lado do custo fixo mensal muda a conversa sobre quanto comprar de uma vez.

Veja com os seus números

A entrada é por convite de quem já usa. Se você não conhece ninguém, conte o seu caso. Quem responde é quem faz o produto.

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