Documento emitido é documento congelado
O PDF é gravado no ato, com data e código de verificação. Mudar o modelo depois não altera o que já foi entregue ao paciente, que é o ponto inteiro de um documento clínico.
Tela real do sistema.
Seu papel timbrado
Sobe o seu modelo e posiciona o texto onde ele cabe. Sem timbrado, o editor abre numa folha A4 branca.
Assinatura com validade
Assinatura eletrônica pela Lei 14.063, com trilha de auditoria, e o link vai para o celular do próprio paciente.
Consentimento versionado
Fica guardado o hash do texto que a pessoa leu, não só a data em que ela concordou.
Receita digital
Receituário com base de medicamentos e posologia, e o controle especial para o que exige.
Vários modelos por tipo
Um para receita, outro para atestado, outro para orçamento, e a escolha na hora de criar.
Tudo arquivado na ficha
O que foi emitido fica no prontuário, com data e a versão exata do que foi assinado.
O documento de ontem não muda porque o modelo mudou hoje
Receita, atestado e termo de consentimento são prova. O PDF é gravado no ato, com data e código de verificação, e o modelo novo só vale do próximo em diante, inclusive o hash do texto exato que o paciente leu antes de assinar.
A assinatura que sustenta é a que sai do celular do paciente
Colher assinatura no tablet da clínica é assinatura simples pela Lei 14.063: o dispositivo é seu, o ambiente é seu, e a autoria depende da sua palavra. Mandar o link para o celular do próprio paciente muda o nível da prova, porque o aparelho é dele, o acesso é dele e o registro guarda de onde veio. Ele abre no navegador, lê e assina com o dedo, sem instalar nada. O que fica gravado não é só a data: é o hash do texto que foi apresentado, então dá para demonstrar depois qual versão exata daquele termo a pessoa leu.
Documento clínico que muda depois de assinado deixa de ser documento
Receita, atestado e termo de consentimento são prova, e prova que se altera não vale nada. Por isso o PDF é gravado no ato da emissão, com data e código de verificação, e o modelo novo passa a valer apenas do próximo em diante. Se você reescrever o termo de consentimento amanhã, o que foi assinado ontem continua exatamente como estava, com o texto que a pessoa leu. Tudo fica arquivado na ficha do paciente, na ordem em que foi emitido, e o mesmo motor serve receituário, exames, atestado, orçamento, anamnese e o odontograma em PDF.
Seu papel timbrado
Sobe o arquivo e posiciona o texto arrastando, com guias que avisam quando duas caixas estão alinhadas. A posição fica salva.
Sem timbrado, folha A4 branca
O documento sai correto do mesmo jeito, sem quadro cinza de "logo aqui" no lugar de nada.
Vários modelos por tipo
Dois termos diferentes, um atestado curto e um detalhado, um orçamento por procedimento e outro por plano. A escolha é na hora de criar.
Multipágina
Termo longo não precisa caber numa folha só, e a numeração acompanha.
Controle especial
O receituário que exige assinatura qualificada tem fluxo próprio, com o e-CPF do prescritor.
Arquivado na ficha
O que foi emitido fica no prontuário, com data e a versão exata do que foi assinado.
Sobre assinatura e validade
Receita e atestado assinados eletronicamente valem?
Valem, nos termos da Lei 14.063/2020, que reconhece três níveis de assinatura eletrônica: simples, avançada e qualificada (ICP-Brasil). Para termo de consentimento e atestado, a assinatura avançada, com trilha de auditoria, identificação do signatário e prova de integridade do documento atende. O que muda o nível exigido é o tipo de documento, não o software.
Preciso de certificado digital ICP-Brasil?
Para o dia a dia, não. Ele é exigido no receituário de controle especial, onde a norma pede assinatura qualificada com e-CPF do prescritor. Para o restante — atestado, orçamento, termo de consentimento, receita simples — a assinatura avançada dá conta. Vale dizer também o que não serve: colher assinatura no tablet da clínica é assinatura simples, e para termo de consentimento o correto é mandar o link para o celular do próprio paciente.
Se eu mudar o modelo do documento, os antigos mudam junto?
Não, e isso é proposital. O PDF é gravado no ato da emissão, com data e código de verificação, e o modelo passa a valer só para o que for emitido dali em diante. Um documento clínico que muda depois de assinado não prova nada: a rigor deixa de ser documento.
O paciente precisa instalar alguma coisa para assinar?
Não. Ele recebe um link, abre no navegador do celular dele e assina com o dedo. O sistema guarda o hash do texto que foi apresentado, não só a data, então dá para provar depois qual versão exata daquele termo a pessoa leu.
Consigo usar o papel timbrado que já mandei imprimir?
Consegue. Você sobe o arquivo do seu timbrado e posiciona o texto onde ele cabe, arrastando as caixas, com guias de alinhamento que avisam quando duas estão na mesma linha. A posição fica salva como padrão para os próximos. Se você não tem timbrado, o editor abre numa folha A4 branca e o documento sai correto do mesmo jeito, sem aquele quadro cinza de "logo aqui".
Posso ter mais de um modelo do mesmo tipo de documento?
Pode, quantos quiser, cada um com nome. É comum ter dois ou três termos de consentimento diferentes, um atestado curto e um detalhado, um orçamento por procedimento e outro por plano. Na hora de criar o documento você escolhe qual modelo usar, e o modelo pode ter várias páginas.
Que tipos de documento o sistema emite?
Receituário (simples e de controle especial), pedido de exames, atestado, termo de consentimento, orçamento, a própria anamnese preenchida e o odontograma em PDF. Todos passam pelo mesmo motor: timbrado, emissão congelada com data e código de verificação, e arquivamento na ficha do paciente.
E a nota fiscal do atendimento?
Depende de como você atua, e aqui é importante não prometer o que ninguém pode entregar. Pessoa física emite pelo Receita Saúde, no aplicativo da Receita Federal, que não tem API: nenhum software emite por você, e quem afirma o contrário está prometendo o impossível. O que o sistema faz é organizar o que você precisa lançar lá, por pagamento recebido. Pessoa jurídica emite NFS-e, e aí o documento é gerado por pagamento, que é a forma correta, e não um documento único no fim do mês.
Veja com os seus números
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